Craft and Folk Art Museum de Los Angeles mostra a evolução dos desenhos feitos com agulha e tinta.

A Porta de entrada dos Estados Unidos pelo Pacífico, a Califórnia não demorou para receber a influência da tradicional tatuagem japonesa. O desenho que cruzou o oceano logo virou mania entre marinheiros e prisioneiros, até ganhar o gosto de celebridades de Hollywood.

A exposição Skin and Ink (Pele e Tinta), do Craft and Folk Art Museum, mostra a evolução desse tipo de arte e os variados estilos.

“Los Angeles foi fundamental para o desenvolvimento da tatuagem entre as décadas de 1950 e 1980, considerado o período de renascimento nos Estados Unidos e, por contágio, em outras partes do mundo ocidental”, explica a curadora da mostra, Sasha Ali.

Os primeiros desenhos, feitos nas prisões com ponta de cordas de guitarras pelos presos, ganhou mais precisão ao longo dos anos. Os temas, inicialmente influenciados pela estética japonesa, ganharam elementos da cultura latina e pop.

Mãos tatuadas.  (Foto: Divulgação/CAFAM)

A mostra “Skin and Ink” (Pele e Tinta), do Craft and Folk Art Museum de Los Angeles, conta como a Califórnia teve um papel importante no renascimento da tatuagem na cultura ocidental moderna. (Foto: Divulgação/CAFAM)

Imagem do artista Chuey Quintanar. (Foto: Divulgação/CAFAM)

Por ser a entrada dos EUA pelo Pacífico, Los Angeles acabou recebendo influência da tatuagem vinda do Japão. Além disso, fazer gravuras no corpo foi proibido na maior parte do país por muito tempo, mas tolerada na Califórnia. (Foto: Divulgação/CAFAM)

Tatuagem de Antonio Mejía. (Foto: Divulgação/CAFAM)

Nos anos 1970, os tatuadores Jack Rudy e Chalie Cartwright foram além do “black and grey”, criando um estilo mais sofisticado. Eles passaram a usar apenas uma agulha fina, ao invés de várias, fazendo os desenhos ganharem mais precisão e tons de cinza. (Foto: Divulgação/CAFAM)

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Fonte:G1